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As pedras e a montanha, a sabedoria e a ignorância – poesia

pedras

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Quando uso a metáfora que somos pedras, no poema abaixo, quero dizer que somos naturalmente duros de coração, frios, calculistas por efeito do pecado original perpetrado por Adão e Eva.

Ninguém nasce bonzinho, de coração puro, sem os predicados maléficos que foram incorporados a nossa natureza por intenção e ação do maligno Lúcifer. Somos naturalmente maus e isso desagrada, aborrece ao Deus que nos criou e que tanto nos ama.

E na tentativa amorosa de não nos condenar ao fogo eterno e todos os sofrimentos que nele estão inseridos, o Pai Celestial nos concede a recuperação, a salvação no julgamento inevitável que ocorrerá e que todos serão submetidos.

Mesmo como “pedras” poderemos nos salvar da morte, daquela que virá aos que seguirem os caminhos de Lucífer e seus asseclas ainda nesta vida. Aqueles que se converterem ao Caminho do Senhor ainda em vida poderão ser salvos e gozarão da vida eterna nas mansões celestiais.

Como se converter? Comece a mudar seu coração, conheça a Palavra de Deus através da leitura da Bíblia Sagrada. Quer uma sugestão, você que ainda não leu por acha-la com muitas páginas? Inicie sua leitura pelo Novo Testamento. Ele é mais leve, mais objetivo, não tão cansativo e de mais fácil entendimento. E você poderá e deverá continuar uma pedra, mas não mais em relação a Jesus Cristo e a Deus e seus mandamentos e estatutos, mas sim para as tentações vindas de Lucífer e seus capangas.

As pedras e a montanha, a sabedoria e a ignorância

Somos pedras a rolar montanha abaixo e a rocha maior é o Senhor

Deus do universo que nos concede a graça da vida, quão ele é bondoso

Nesse cair das pedras somos todos diferentes em peso e formas a rigor

E essa queda na vida é, em verdade, o nosso crescer tão vertiginoso

 

Um crescer que pode ser reto ou torto, na sabedoria ou na ignorância

O qual depende de nossas escolhas, porém Jesus é o caminho que nos presta

E cada pedra passa a rolar para baixo, desde a sua tenra e ingênua infância

Param aquelas por suas formas diversas, por não desgastarem cada aresta

 

Desgastar aresta é amadurecer na sapiência de Deus, é submeter-se a seu poder

Tornar-se pedra lisa e arredondada, tornar-se servo a Ele por completo amor

Desapegando-se do material e seguindo a Jesus, a única fonte que devemos beber

Beber da água eterna que é Jesus, aquela que terminará com a nossa sede e toda a dor

 

Porém, param em outras pedras já fincadas na encosta, aquelas cheias de pontas

Que representam a firme intenção de continuarem no pecado, na ignorância

Pessoas cujo coração não se purifica do mal, achando que não acertarão contas

Com o Rei do Universo, Deus misericordioso, mas que tem limite em sua tolerância

Robert Thomaz

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Um comentário sobre “As pedras e a montanha, a sabedoria e a ignorância – poesia

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